Publicado por: cachalote em: Agosto 8, 2008
De fato, quando tive “Café Descafeinado” pela primeira vez em meu pensamento foi como se as palavras tivessem sido sussurradas pelo acaso em meu ouvido. E então comecei a cogitar qual poderia ser o final deste poema. Mais uma vez me vi encurralada por conexões galácticas. E eis então que cheguei a esta decisão fabulosa. Vou explicar: depois de quase um ano de blog, me cansei desta relação engessada entre diretora e espectadores. Também quero poder apreciar minha poesia, apreciar o rumo que minhas palavras tomam na boca alheia. Quero apreciar a imaginação de vocês. Portanto, apenas digo:
CAFÉ DESCAFEINADO
“De manhã tomo meu dicionário,
Pela epiglote, palavras descafeinadas”
E espero que me digam a continuação desta malha de palavras sem final.
Jasmin Morango-Fish
Agosto 9, 2008 às 9:39 am
A tarde, seu bigode
Danca meu frevo
No nosso balcao!
ZzZzZ…