Publicado por: cachalote em: Julho 21, 2008
Fui – e sou – de tão singular genética
Que tornei-me vítima
Desse sistema de moda frenética.
De ti não fui íntima
Então me lamento e me despeço,
Meu mártir pequeno,
E por fim, querido, te ofereço
Tal ode (ao meu dedo)
Polijasmin
Publicado por: cachalote em: Novembro 9, 2007
cachalote
Humanos sentem necessidade de conversar. Todos. E aqueles que não encontram alguém para ouvir, ficam loucos, loucos de palavras. Falam sozinhos, mas falam. Moribundos, mas falam. Nas palavras me liberto. Escrevo para você, para me libertar. E você lendo, agora, processando, pensando… Criticando, vive. É um ciclo. De favores…
Se você for tão tosco, a ponto [...]