Publicado por: cachalote em: Outubro 26, 2009
NOSTALGIA
São com os olhos do meu coração
Que enxergo nesta cidade
Podre e engarrafada
Aqueles trens do Mississipi,
Que aqui outrora
Pontualmente passavam.
São com os olhos da minha alma
Que enxergo nestas pessoas,
Cheias de si e cheias de nada,
A essência da bondade
Das pessoas do mundo velho, que
Há muito seu rastro deixaram.
São com os olhos da minha esperança
Que vejo no futuro
Os pilares [...]
Publicado por: cachalote em: Outubro 11, 2008
III
Que saudade das bolhas de sabão
Que por canudos de bambu soprei
Que saudade daqueles castelinhos
Ora de sonhos, ora de areia
Que saudade dos anos que virão,
Ainda contados em burburinhos
Contam que do castelo vou ser Rei
Na nossa bolha, você sereia
Jajá
Publicado por: cachalote em: Agosto 8, 2008
De fato, quando tive “Café Descafeinado” pela primeira vez em meu pensamento foi como se as palavras tivessem sido sussurradas pelo acaso em meu ouvido. E então comecei a cogitar qual poderia ser o final deste poema. Mais uma vez me vi encurralada por conexões galácticas. E eis então que cheguei a esta decisão fabulosa. [...]
Publicado por: cachalote em: Julho 28, 2008
FARFALHAR
Surda, ouço vozes distintas
No parolar destas folhitas.
Preto no branco; sou daltônica
E vejo as mais lindas cores.
Com minhas idéias platônicas,
Sinto os maiores amores.
Jazzgreen
Publicado por: cachalote em: Maio 17, 2008
Eu, que sempre fui janota,
Tornei-me agora,
Depois do amor,
A mais simples anedota.